Trabalhinho de escola
Uma conversa com o sobrinho de 5 anos na porta da escola revelou algo que Mari vê toda semana: mulheres que só pedem ajuda quando não conseguem mais fazer sozinhas — e por que isso precisa mudar.
Uma conversa com o sobrinho de 5 anos na porta da escola revelou algo que Mari vê toda semana: mulheres que só pedem ajuda quando não conseguem mais fazer sozinhas — e por que isso precisa mudar.
Depois de ver o Pesadelo na Cozinha, Mari reflete sobre como a imagem do consultor que humilha impede mulheres de pedir ajuda nos seus negócios — e por que isso precisa mudar.
Propósito não precisa ser nobre, transformador ou salvar o mundo — pode ser comprar blusinha, assinar a Globoplay ou ter uma piscina de plástico no quintal, e tá tudo bem com isso.
Aquele pensamento que toda empresária já teve: será que não seria mais fácil ter feito um concurso?
Uma reflexão sobre ambição feminina a partir de uma descoberta improvável: a alegria de gastar seu próprio dinheiro em algo que só você valoriza — mesmo que seja um cabide de cintos.
Sessão presencial do Conselho, imersão individual, atendimentos que fazem as pessoas atravessarem quilômetros de carro — e ainda assim aquela vozinha susurra que talvez seja ilusão. Deu bom. Aceita.
Depois de um pré-burnout, dengue com Covid e carnaval com pauta acumulada, chegou o dia em que a demanda foi maior que a capacidade de atender. Uma carta para quem ainda não viveu esse dia — e precisa saber que ele vem.
O segundo semestre chegou e com ele a sensação de atraso. Mas você não está atrasada: está desperta. A empresa que você tinha em janeiro não é a mesma de agora.
Depois de meses de trabalho focado e resultados incríveis, a mentorada queria provar que conseguia sozinha — e estava disposta a dificultar o próprio caminho para isso. A ideia mais descaralhada do mundo empresarial feminino.
Você não precisa ser uma Mari para gerir bem sua empresa — você só precisa ser uma empresária um tico melhor do que era ontem. E a verdade é que provavelmente você já está sendo, e nem está percebendo.
Da coxinha no café improvisado à sala própria com janelão e jardim: uma história sobre a dificuldade de reconhecer que o que conquistamos realmente é nosso. Pode colocar os enfeites — essa sala é sua.
Quando somos boas em algo, nossa primeira reação é nos justificar — como se a competência precisasse de desculpa. Uma história sobre beach tennis, descrédito e o dia em que paramos de pedir licença para ser incríveis.
No meio de metas, funcionárias e faturamento, às vezes esquecemos o mais óbvio: você está viva. Um lembrete urgente de que a empresa é só uma parte da sua vida — e não a mais importante.
Adalgisa tem uma empresa de um milhão e se sente iniciante. Fomos tão treinadas para sermos versões menores de nós mesmas que nem os dados nos convencem do nosso próprio tamanho.
Empresárias chegam até mim sem brilho, à beira do burnout, sem férias há anos. O problema não é o trabalho: é sofrer calada. Dê voz ao que está cagado na sua vida.
O que acontece quando você resolve ficar sozinha num show enquanto as amigas vão embora — e o que isso tem a ver com empreender.
Tem semanas que nada está nas suas mãos — e a única estratégia possível é sentar e esperar, mesmo que isso vá contra todos os seus instintos de empresária resolutora. Às vezes, a ação mais inteligente é entregar os pontos.
Quando você para de dar errado, surge um medo novo e solitário. Mas esse medo pode ser motivo de celebração.
Esse mês eu tenho a sensação que vivi 3 em 1. Descubro um comportamento nada saudável: tentar estocar prazer. Spoiler: não dá.
Sobre a liberdade de aceitar a mulher estranha e imperfeita que você é — de verdade, sem editar nenhum pedacinho.
A cena patética e hilária de uma empresária exausta que ficou fazendo a mesma conta no Excel, na calculadora do notebook e na do celular porque estava convicta de que o resultado estava errado — spoiler: estava tudo ótimo.
A história que Mari nunca tinha contado: sobre o período sombrio pós-pandemia, as crises de choro que começaram sem avisar — e como ela reconstruiu a si mesma para chegar inteira aos 35 anos.
Uma carta escrita sem inspiração que vira reflexão sobre identidade — e como quem a gente acredita que é determina quase tudo que somos capazes de fazer, inclusive liderar, vender e ser a CEO que queremos ser.
Sobre a sensação estranha de se sentir deslocada em uma conversa de amigos concursados — e o momento em que caiu a ficha de que amar o seu trabalho não é desequilíbrio, é conquista.
Sobre parar de tentar enganar o seu desejo com micro doses de coisas que você nem quer tanto assim — e a reflexão de quantas grandes sobremesas nós perdemos porque ficamos a vida toda tentando nos satisfazer com migalhas.
Sobre descobrir que atribuía seus maiores resultados ao acaso — e a convocação para que você se apossesse dos seus méritos, celebre as suas conquistas e aprenda que repetir o que você nem sabe que fez é impossível.
Sobre aquela decisão que você tomou e que ficou ruminando por semanas — e como aprender a separar o que é humildade saudável do que é ignorar o seu próprio instinto.
Uma carta de orgulho e reconhecimento para quem bancou a decisão de ser empresária — porque construir um negócio ético no Brasil, sendo mulher, exige muito ovário mesmo.
A esmagadora maioria das mulheres não pede o que quer — na vida, nos negócios, nos relacionamentos. Uma carta para você reconhecer os seus desejos, parar de comer pelas beiradas e finalmente pedir o que é seu.
A história de Joaquina: ela voltou de férias com o caixa no beleléu e se sentiu fracassada. Em menos de 30 dias, faturou 50 mil reais. O que a fez esquecer que ela já sabia fazer isso — e como ela lembrou.
Por que mulheres têm tanta dificuldade de confiar no próprio conhecimento? Uma conversa sobre a fonte que nenhuma de nós aprende a valorizar — e que é exatamente de onde vêm nossos melhores produtos.
Eu puxei a corda demais no trabalho e esqueci o meu remédio. Uma reflexão sobre o que nos recarrega de verdade — e por que 2 gotinhas de natureza valem mais do que qualquer suplemento.
Um atraso na natação do meu sobrinho virou uma espiral catastrófica na minha cabeça em segundos. Uma carta sobre crescer, se adaptar e focar no essencial quando o negócio fica loko antes de ficar suave.
Pressão zero te deixa amorfa. Pressão demais esmaga. Mas existe um lugarzinho entre os dois que é puro combustível — e essa carta é sobre encontrar ele.
Síndrome da impostora, gap de confiança, censora interna — são séculos de história instalados nos nossos miolos. O antídoto mais poderoso que existe? Outras mulheres.
O email planejado não estava bom o suficiente. Fiquei 123 minutos enrolando para mudar — abri caixa de entrada, mexi no WhatsApp, inventei tarefas. Esse aqui é o email que veio no lugar.
Quando foi a última vez que você bateu palma para você mesma? Não o "ufa, terminei" — o "porra, consegui". Se ninguém foi lá comemorar com você, eu fui.
A gente planeja conteúdo, semana, reunião de equipe. Mas o prazer? Esse fica para depois. Só que depois nunca chega — e a gente chega na sexta sem ter feito nada gostoso a semana inteira.