Energia feminina
Energia feminina e masculina são só um rebranding moderno do mesmo produto de sempre: submissão, docilidade e passividade embalados em espiritualidade para que a gente mesma coopere com a própria perda de autonomia.
Energia feminina e masculina são só um rebranding moderno do mesmo produto de sempre: submissão, docilidade e passividade embalados em espiritualidade para que a gente mesma coopere com a própria perda de autonomia.
Como manter um relacionamento funcional quando você é empresária atolada de trampo e não tem um pingo de paciência para ensinar macho a fazer nada — as estratégias não ortodoxas que rolaram no grupo de mentoradas.
Uma mulher com cara de ânus no esporte novo virou aula sobre o que acontece quando outra mulher decide ser o oposto da Xuxa — e por que ainda somos inimigas umas das outras quando deveríamos ser aliadas.
Depois de conversar com centenas de mulheres, ficou claro um padrão: elas acham que dão conta de tudo para os outros e de nada para elas mesmas. Um manual pé no chão de como as mulheres são — e por que precisam se enxergar melhor, urgentemente.
Quando a gente fica doente, o mundo diz que é culpa nossa por não descansar o suficiente. Uma reflexão sobre como transformamos doenças em falhas pessoais — e por que está na hora de parar de nos culpar por isso.
Por que todo aniversário é comemorado só com amigas? Porque espaços exclusivamente femininos são um mundo à parte — onde finalmente podemos ser nós mesmas, sem filtro e sem chavinha que muda.
Os homens crescem e continuam brincando; nós, mulheres, viramos adultas e perdemos o direito à diversão. O carnaval é um manifesto: empresárias precisam de tesão, de leveza e de espaços onde podem ser ridículas e sérias ao mesmo tempo.
Por que Mari raramente fala do Sr. Fluido nas redes — e o que feminismo tem a ver com não vender amor como medida de sucesso.
A Fluida virou objeto de estudo de mestrado na FGV — e isso é muito maior do que parece. Pela primeira vez, as histórias das empresárias feministas virarão dados, gráficos e dissertação científica, porque a Loiane decidiu que vozes da cabeça não eram suficientes.
Fomos treinadas para dar 100% em tudo e, justamente por isso, desistimos antes de começar quando sentimos que não conseguiremos. Chegou a hora de aprender com os homi a arte de entregar 20% sem culpa — e permanecer nos lugares que são nossos.
Na centésima carta, um manifesto sobre o que significa ser uma empresária feminista que constrói história sem saber que está fazendo isso. Da pilha de lixo jogada na mesa de uma jovem coordenadora até a revolução silenciosa que se avizinha — essa carta é para honrar quem faz parte dela.
Um CEO misógino virou notícia e você se surpreendeu — mas esse deveria ser o menor dos seus sustos. Essa carta é um sacode urgente sobre o machismo escancarado no mercado digital e por que a nossa ingenuidade nos faz mais vulneráveis do que gostaríamos de admitir.
Jureminha nasceu — e com ela a prova de que é possível construir uma empresa sólida sem precisar escolher entre o CNPJ e as fraldas. Uma celebração para a primeira Baby Fluida e para todas que acreditaram nessa jornada junto com a Jurema.
Uma desconhecida roubou minha cadeira no clube. Devolvi sem me explicar, sem voz adocicada, sem pedir licença. Esse episódio virou minha nova regra pessoal: nunca mais deixar alguém me fazer de trouxa calada.
Numa aula experimental de beach tênis, percebi que passei tempo demais buscando justificativas para as minhas próprias habilidades. Você não precisa de motivo para ser boa. Seja arrogante.
Estou cansada de histórias cagadas sobre mulheres. Precisamos de mais referências de conquistas retumbantes e menos manuais de sobrevivência. Quero capivaras cintilantes, não elefantes rosas.
Sobre a batalha interna de se dar dois dias de spa sabendo que era exatamente o que precisava — e a reflexão de que nós mulheres precisamos urgentemente aprender a escolher as batalhas que valem a nossa energia.
Sobre a decisão de não querer ser mãe — e a reflexão de por que as mulheres precisam acompanhar cada "não" de uma lista de justificativas, enquanto os outros "nãos" da vida simplesmente existem sem precisar de explicação.
O relato honesto da difícil relação que uma feminista tem com a beleza — e a decisão de parar de deixar o patriarcado transformar momentos de auto apreciação em momentos de auto julgamento.
Uma carta escrita com raiva de verdade: sobre como pedir para a mulher passar pela TPM de forma leve é um mecanismo de domesticação — e por que proteger o seu direito de se indignar é um ato político e necessário.
A história que Mari nunca tinha contado a ninguém: o dia em que foi ao carro de som do movimento #EleNão tremendo de medo — e a reflexão sobre sermos as filhas das mulheres que pavimentaram os nossos caminhos.
Uma convocação para você se despedir do papel de Branca de Neve e assumir de vez a protagonista que já mora dentro de você — porque o seu negócio e a sua vida precisam de uma gestora, não de mãozinhas flutuantes.
Em processos seletivos, a maioria das mulheres diz que outra pessoa acredita nelas mais do que elas mesmas. Uma carta sobre como a socialização feminina nos treina a performar fragilidade — e o quanto isso nos custa.
A Fluida só atende mulheres feministas? Uma pergunta simples para uma resposta que vai te fazer repensar por que tantas de nós esperamos uma carteirinha de autorização para nos definirmos como o que já somos.
Você já reparou que toda música que eu uso nos stories é cantada por mulher? Não é por acaso — é um lembrete de que você precisa de referências femininas para construir uma empresa que foi pensada para você.
A história de Sebastiana: mãe solo, confinada na pandemia, detestava o trabalho mas tinha medo de largar. Hoje vive numa casa com quintal e as filhas correm descalças. Por que ela tem vergonha de contar isso?
Mulheres fabricam vidas, sangram, acumulam jornadas duplas e triplas — e ainda assim constroem empresas, batem metas e seguem em frente. Se isso não é força da natureza, o que é?
Por que a roupa que a gente veste nos preocupa tanto? Uma reflexão sobre male gaze, o espaço que a aparência ocupa na nossa cabeça — e o que isso tem a ver com mulheres empreendedoras.
A Fla, co-fundadora da Fluida, vai ser mãe. E só agora percebi que o que eu estava sentindo não era saudade — era luto. Um luto colorido, cheio de amor.
A rede feminina existe para o pronto-socorro — mas esquecemos de usá-la também nos dias bons. Uma carta com um convite simples: marque um espaço para a sua rede na agenda essa semana.
Em sessões de mentoria, às vezes preciso segurar as lágrimas. Uma carta sobre o peso invisível que as empresárias carregam — e a gratidão de poder ser testemunha dessas histórias.
Como vim parar numa reunião no Ministério debatendo políticas públicas para o empreendedorismo feminino? A resposta é uma só: ESTAR PERTO DAS SUAS.
O 8M me traz sentimentos conflitantes: conquistas de um lado, o que ainda falta do outro. Uma carta sobre a síndrome de Madre Tereza e por que consultorias podem ser a sua forma de ajudar o mundo.
A última carta de 2022. Tem um ritual aqui dentro que eu te desafio a parar no terceiro nome — chuto que você não vai conseguir. Sobre as mulheres que foram nó da sua rede esse ano sem nem saber.
Quando eu era consultora de produtividade, toda cliente que eu atendia parecia um replay da anterior. Inteligente, cheia de sonhos, sobrecarregada até o talo. Demorei um tempo para perceber o que elas tinham em comum.