Leitora(s)
A carta de hoje saiu de dentro de uma piscina de bolinhas e é uma homenagem pra-lá-de-especial.
A carta de hoje saiu de dentro de uma piscina de bolinhas e é uma homenagem pra-lá-de-especial.
Dei vida pra vozes da minha cabeça, e glória as deusas por isso! A carta de hoje é um lembrete pra você reconhecer tudo que aconteceu desde que você deu vida para as suas também.
A carta de hoje não tem nenhum ensinamento, não tem nenhuma dica útil e tem um total de zero informações relevante. Só uma lista de 10 ranços para a gente odiar junto.
Uma semana de tecnologia desastrosa: notebook com tela queimada, plano B lento demais, tablet com teclado bugado e CRM falhando no meio de um lançamento. A lição? Tenha plano A e plano B — e faça backup.
A epopeia courina: como o universo conspirou a favor depois de uma compra enganosa em feira de artesanato.
Um posicionamento sobre democracia, diversidade política e a linha que separa divergência legítima de intolerância — e por que a condenação do ex-presidente por tentativa de golpe importa.
Uma noite num escape room revelou o que adultos perderam: a capacidade de brincar. Uma reflexão sobre diversão, brincadeira e por que a vida de PJ não precisa ser tão sem graça.
Museus cheios de homens de pedra e igrejas que queimavam mulheres vivas: de volta das férias, uma reflexão sobre história, experiências de vida e por que faz sentido gastar os anos de jovem senhora em coisas que só jovens senhoras conseguem fazer.
Uma gripe, dias de cama, Friends no tablet e a brilhante ideia de aprender cerâmica fria do nada: um relato semi mal-humorado de quem não sabe ficar parada nem quando devia. Nenhuma lição empreendedora prometida.
Às vésperas de completar 36 anos, uma reflexão sobre envelhecer, celebrar e o único motivo pelo qual não deveríamos temer ficar mais velhas: a outra opção é estar morta. E você continua aqui.
Gastei 20 mil dinheiros em uma mentoria que prometia ensinar a criar um negócio e só me ensinou lançamento — reuniões às 6 da manhã e madrugadas viradas. Mas foi justamente dessa experiência cagada que nasceu o ritual mais querido da Fluida: as Cartas de Sexta.
Revisão de ano revelou que a escala da PJ não precisa contaminar a PF. As pequenas coisas da vida pessoal são extraordinárias do seu jeito — e só precisam fazer sentido para você.
Sobre o sabor dúbio de ser para as outras o que ninguém foi para você — e a coragem silenciosa de quem constrói sem referências.
A história por trás de um massageador com esferas giratórias — e o que ela revela sobre os desejos que a gente posterga sem motivo.
Uma catarse coletiva para todas as empresárias que já se perguntaram em que momento racional decidiram trocar estabilidade por um CNPJ cheio de tubérculos para resolver. Empreender não é saudável — mas pelo menos não estamos sozinhas nessa loucura.
Uma declaração pública de culpa: às vezes a empresária de alta performance precisa simplesmente admitir que está com preguiça.
Uma permissão para não ser tão exigente com as suas próprias coerências — use seus valores como guia, mas não deixe que eles te façam passar 15 dias mal-humorada nos lençóis maranhenses.
Uma carta de circunstâncias: a empresária que foi ao spa sem energia, perdeu o sinal e acabou escrevendo a carta do celular dentro do carro — porque a vida real não pede licença nem quando você está de roupão.
Uma carta curta de celebração pura: sobre envelhecer como dádiva, sobre a alegria de estar viva mais um ano e sobre a vontade de ser inteira antes de qualquer outra coisa.
Meu sobrinho Caê fez 3 anos e esta carta é uma celebração dele — das aulas de natação caóticas, das calcinhas caindo na frente de estranhos e de tudo que o meu CNPJ me permite viver que nenhum emprego jamais permitiria.
Às vezes eu quero ser o Pepe Mujica. Outras vezes, a Anitta. A vida de empresária é uma contradição ambulante — e está tudo bem não ter as respostas pra isso.
Ser empresária é ter liberdade — mas isso não significa que o trabalho desaparece quando você decide tirar férias. Uma reflexão honesta sobre o que a liberdade de empreender realmente significa.
Semana sem carta, equipe com coração pesado, e uma decisão de não fingir que estava tudo bem. Uma carta sobre a vida além do CNPJ — e dos CPFs que a gente ama.
Fui ao carnaval e percebi que ainda era a Mariana da pandemia. Uma carta sobre como o negócio digital nos isola de gente de carne e osso — e por que você precisa lembrar que não é só pixel.