Carta 040
Fonte Vozes da Minha Cabeça
Por que mulheres têm tanta dificuldade de confiar no próprio conhecimento? Uma conversa sobre a fonte que nenhuma de nós aprende a valorizar — e que é exatamente de onde vêm nossos melhores produtos.
BUENAS TARDES, MARAVILHOSA
Como a senhorita está?
Do lado de cá, tudo ótimo (Sim, sei que estou insuportavelmente feliz e good vibes nas últimas cartas e pretendo continuar)
Hoje venho com um assunto nada convencional para a senhorita refletir nesse fim de sexta-feira.
Vamos ao bendito.
Um dia desses estava conversando com a Maíra Blasi no direct (inclusive sigam ela também) e eu quero muito trazer essa conversa para cá.
Ela soltou uma sequência de stories falando sobre como é muito doido que quando você vai ganhando uma posição de destaque na sua profissão você passa a ter uma posição de que as pessoas te PEDEM para você dizer a elas o que fazer.
E pasmem: elas fazem.
Nem sempre essas coisas estão baseadas num artigo, num livro, numa puta pesquisa científica.
Elas são resultado da sua experiência.
Você olha para o problema de um cliente, junta seus miolos e fala
“cara, eu acho que tem que ser feito assim”.
E as pessoas fazem essas coisas. Elas seguem nossos comandos.
Ou seja, tu fala para outro ser humano fazer uma parada e ele simplesmente vai lá e faz.
E outros seres humanos começam a fazer também e dunada
você acabou inventando um método, processo, ferramenta que as pessoas usam.
Mas, se formos parar para pensar no nosso tipo de negócio tem uma cacetada de coisas que se alguém te perguntar “onde você aprendeu isso?”
A resposta vai ter que ser “vozes da minha cabeça”.
A gente vive falando como o nosso mercado tem a prática cagada de chamar de especialista qualquer pessoa que ensina qualquer treco mesmo que ela não tenha tido nenhum referencial embasado para isso.
E sim, o mercado tá cheio de picareta que nem sabe que é picareta simplesmente porque não tem noção do tamanho da própria ignorância (ouch!).
Mas, hoje eu quero falar sobre o lado BOM de escutar as vozes da sua cabeça, escuta isso
aqui:
Por que nós mulheres temos tanta dificuldade de usar a fonte vozes da nossa cabeça como base para as coisas que a gente quer fazer?
Para os homens, é diferente. Homens têm um total de zero problemas na hora de transformar as coisas que eles acreditam, que eles pensam, que eles enxergam o mundo em ideias para que outras pessoas enxerguem o que eles estão enxergando.
É utilizando a fonte “vozes da minha cabeça” que uma porrada de teoria e de visões de mundo foram criadas.
Mulheres,
por outro lado, são treinadas a só poder dar valor aquele conhecimento que a gente bebe de alguém.
Tem que ter artigo referenciando, livro que embasa, formação de sei lá o que que diz:
VOCÊ PODE FALAR ESSE CONHECIMENTO POR AÍ
A senhorita deve estar agora indignada se perguntando “por quê?”

Bom, porque a gente aprendeu que a fonte “nós mesmas” não é confiável.
Olha que doido.
O mundo ensinou a gente a desconfiar da gente mesma.
Então, o que eu quero trazer pra você nessa carta de hoje:
SE BASEIE MAIS NA FONTE VOZES DA SUA CABEÇA.
Eu sei que você tem um tanto medo de ser descredibilizada, você tem um tanto receio de ser uma pessoa rasa, você tem um tanto medo de ser uma pessoa que faz coisas que não tem o menor sentido, eu sei que você tem uma preocupação às vezes excessiva de embasar todo o seu conhecimento.
Eu sei que você estuda, busca fontes, testa, eu sei que você não tira as coisas do seu cu.
E, meu amô, perceba…
Às vezes, essa coisa que você chama de voz da sua cabeça nada mais é do que conhecimento.
Ou seja, é a soma de várias informações que você coletou de formas diferentes na sua vida — seja através de livros, de cursos e até da sua experiência pessoal, organizadas de uma forma que talvez ela não tenha sido dita ainda.
Talvez hoje você não confie nas vozes da sua cabeça, mas é ela que vai criar seus métodos, que vai criar os seus serviços, os produtos, os seus cursos, as suas mentorias, as suas consultorias.
Confie mais na fonte e voz da sua cabeça.
Deixa a coitada expressar para o mundo o que sabe.
Permita que seus numerosos neurônios façam seu papel e criem coisas que você ainda não viu por aí.
Acredite que os trem que você inventa FAZEM SENTIDO.
Venda o conhecimento que você acumulou não porque você viu no livro de fulano, mas sim porque você viu na PRÁTICA ESSE CARALHO FUNCIONANDO.
CONFIE NAS VOZES DA SUA CABEÇA
Combinadas?
Beijos com confiança nível macho de sapatênis,
Mari.
OBS:
Talvez as vozes da sua cabeça estejam num volume tão pitico que você tem dificuldade de confiar no que elas tem a dizer.
E isso tem feito a senhorita perder rios de dinheiro simplesmente porque não transforma cada uma delas em coisas para outras pessoas comprarem. Deixa eu te mostrar um trem aqui para te animar:

Repare que ela fala
“nem tá pronta a consultoria ainda”
Às vezes existe uma consultoria, uma mentoria, um livro “não pronto ainda” na sua cabeça e que já poderia estar sendo vendido.
Se você tá precisando de uma voz externa dizendo para a voz da SUA cabeça “você pode transformar isso consultoria” talvez você precise da mesma coisa que essa deusa ai de cima usou.
(Fontes informam que quem usa esse treco aprende a transformar as vozes da cabeça em uma consultoria de 2 mil até 20 mil dinheiros)
Sei lá, talvez valha a pena ouvir vozes que podem colocar um tanto de dinheiros no bolso da senhorita. Quem sabe.
As da minha cabeça dizem: TRANSFORMA ISSO EM DINHEIROS LOGO!
Ouviu?
Então, clica aqui para entrar no Consultorize e fazer das vozes da sua cabeça dinheiros no seu bolso.