O sutiã preto de aro
Paramos de seguir 460 pessoas no Instagram e o alívio foi como tirar o sutiã de aro. Uma carta sobre vácuo de referência e o que você deveria parar de consumir para criar com mais tesão.
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Maio foi gostosinho — e não porque trabalhei mais, mas porque criei políticas pessoais de trabalho. O que aprendi sobre trabalhar menos e melhor.
Paramos de seguir 460 pessoas no Instagram e o alívio foi como tirar o sutiã de aro. Uma carta sobre vácuo de referência e o que você deveria parar de consumir para criar com mais tesão.
Semana sem carta, equipe com coração pesado, e uma decisão de não fingir que estava tudo bem. Uma carta sobre a vida além do CNPJ — e dos CPFs que a gente ama.
Eu puxei a corda demais no trabalho e esqueci o meu remédio. Uma reflexão sobre o que nos recarrega de verdade — e por que 2 gotinhas de natureza valem mais do que qualquer suplemento.
A rede feminina existe para o pronto-socorro — mas esquecemos de usá-la também nos dias bons. Uma carta com um convite simples: marque um espaço para a sua rede na agenda essa semana.
Em sessões de mentoria, às vezes preciso segurar as lágrimas. Uma carta sobre o peso invisível que as empresárias carregam — e a gratidão de poder ser testemunha dessas histórias.
Levei um esporro de um mentor por não escalar a Vênus para 300 pessoas. Por que discordei — e por que mentorias intimistas valem mais do que parece.
Batom vermelho não faz ninguém passar 20 mil no cartão. Confiança intelectual sim. Sobre o que realmente vende produto caro — e o rebranding da Fluida.
Tu não é a Nathalia Arcuri — e essa é uma sorte. O trabalho invisível sustenta o negócio, e talvez você esteja deixando dinheiro na mesa sem perceber.