Tu não é a Nathalia Arcuri, que sorte
Tu não é a Nathalia Arcuri — e essa é uma sorte. O trabalho invisível sustenta o negócio, e talvez você esteja deixando dinheiro na mesa sem perceber.
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Batom vermelho não faz ninguém passar 20 mil no cartão. Confiança intelectual sim. Sobre o que realmente vende produto caro — e o rebranding da Fluida.
Tu não é a Nathalia Arcuri — e essa é uma sorte. O trabalho invisível sustenta o negócio, e talvez você esteja deixando dinheiro na mesa sem perceber.
Como vim parar numa reunião no Ministério debatendo políticas públicas para o empreendedorismo feminino? A resposta é uma só: ESTAR PERTO DAS SUAS.
Um atraso na natação do meu sobrinho virou uma espiral catastrófica na minha cabeça em segundos. Uma carta sobre crescer, se adaptar e focar no essencial quando o negócio fica loko antes de ficar suave.
Parimos três produtos ao mesmo tempo e meu cérebro foi passear — e eu quase esqueci de escrever essa carta. Hoje não tem textão: tem uma estratégia altamente eficaz para fazer dinheiros. Descanso.
Eu aposto meu sobrinho que você tem um conhecimento valioso tão automático que nem consegue ver. Sobre descobrir as suas lentes — e aprender a vendê-las.
O 8M me traz sentimentos conflitantes: conquistas de um lado, o que ainda falta do outro. Uma carta sobre a síndrome de Madre Tereza e por que consultorias podem ser a sua forma de ajudar o mundo.
Fui ao carnaval e percebi que ainda era a Mariana da pandemia. Uma carta sobre como o negócio digital nos isola de gente de carne e osso — e por que você precisa lembrar que não é só pixel.
Não edite quem você é — ser autêntica pode assustar alguns, mas cria conexões verdadeiras e duradouras com quem realmente importa.