A larápia de assentos
Uma desconhecida roubou minha cadeira no clube. Devolvi sem me explicar, sem voz adocicada, sem pedir licença. Esse episódio virou minha nova regra pessoal: nunca mais deixar alguém me fazer de trouxa calada.
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Jureminha nasceu — e com ela a prova de que é possível construir uma empresa sólida sem precisar escolher entre o CNPJ e as fraldas. Uma celebração para a primeira Baby Fluida e para todas que acreditaram nessa jornada junto com a Jurema.
Uma desconhecida roubou minha cadeira no clube. Devolvi sem me explicar, sem voz adocicada, sem pedir licença. Esse episódio virou minha nova regra pessoal: nunca mais deixar alguém me fazer de trouxa calada.
Uma mentorada do Conselho me perguntou se ser nichada demais seria um problema. A resposta virou uma bronca carinhosa: você precisa aprender a pensar o seu próprio negócio, não copiar framework de guru de sapatênis.
Numa aula experimental de beach tênis, percebi que passei tempo demais buscando justificativas para as minhas próprias habilidades. Você não precisa de motivo para ser boa. Seja arrogante.
Estou cansada de histórias cagadas sobre mulheres. Precisamos de mais referências de conquistas retumbantes e menos manuais de sobrevivência. Quero capivaras cintilantes, não elefantes rosas.
O time disse que uma estratégia do concorrente 'não era a cara da Fluida'. O que raios é isso? Reflexão sobre identidade, diferenciais e por que o que nos faz ser quem somos nunca é prejuízo competitivo.
Esse mês eu tenho a sensação que vivi 3 em 1. Descubro um comportamento nada saudável: tentar estocar prazer. Spoiler: não dá.
Uma declaração pública de culpa: às vezes a empresária de alta performance precisa simplesmente admitir que está com preguiça.
Sobre chegar na meta e dobrar a meta — e a armadilha de uma ambição que esquece que quem decide a velocidade é você mesma.