Hoje
No meio de metas, funcionárias e faturamento, às vezes esquecemos o mais óbvio: você está viva. Um lembrete urgente de que a empresa é só uma parte da sua vida — e não a mais importante.
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186 cartas publicadas · página 8 de 21
Fomos treinadas para esperar que o príncipe chegue, e sem perceber levamos esse hábito para o nosso negócio. Chega de esperar a lead voltar sozinha: vender é um ato ativo, não uma comédia romântica.
No meio de metas, funcionárias e faturamento, às vezes esquecemos o mais óbvio: você está viva. Um lembrete urgente de que a empresa é só uma parte da sua vida — e não a mais importante.
Ser você mesma é o maior ativo do seu negócio — e a melhor notícia é que ninguém pode copiar o que é genuinamente seu. Uma reflexão sobre autenticidade, liberdade e o poder de ser exatamente quem você é.
Os homens crescem e continuam brincando; nós, mulheres, viramos adultas e perdemos o direito à diversão. O carnaval é um manifesto: empresárias precisam de tesão, de leveza e de espaços onde podem ser ridículas e sérias ao mesmo tempo.
Gastei 20 mil dinheiros em uma mentoria que prometia ensinar a criar um negócio e só me ensinou lançamento — reuniões às 6 da manhã e madrugadas viradas. Mas foi justamente dessa experiência cagada que nasceu o ritual mais querido da Fluida: as Cartas de Sexta.
Uma mentorada me chamou de desgraça no grupo e eu adorei — porque na Fluida a gente pode ser quem é de verdade, sem se editar. Essa carta é sobre o ingrediente milagroso que faz tudo funcionar aqui: verdade, da porta para fora e da porta para dentro.
Você se sente uma megera toda vez que precisa corrigir alguém ou exigir o que é seu? Isso é sabotagem disfarçada de culpa — e a solução não é esperar ficar confortável liderando, mas liderar mesmo se sentindo mal.
O tesão sumiu? Não é falta de amor pelo trabalho — é seu cérebro cobrando a promessa que você fez a ele. A solução é simples: crie uma lista de prazeres fora do trabalho e cumpra.
Adalgisa tem uma empresa de um milhão e se sente iniciante. Fomos tão treinadas para sermos versões menores de nós mesmas que nem os dados nos convencem do nosso próprio tamanho.