Jurema e os 1974 anos
A história real de uma empresária que passou cinco anos construindo uma empresa independente dela — e que hoje, grávida e entediada, prova que gestão feminista é o que permite ser empresária e qualquer outra coisa em paz.
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Sobre descobrir que o desejo de ter uma equipe grande não era sobre números — era sobre coletivo, sobre crer no mesmo mundo, e sobre entender que precisamos de argumentos para proteger nossos desejos até de nós mesmas.
A história real de uma empresária que passou cinco anos construindo uma empresa independente dela — e que hoje, grávida e entediada, prova que gestão feminista é o que permite ser empresária e qualquer outra coisa em paz.
Sobre descobrir que atribuía seus maiores resultados ao acaso — e a convocação para que você se apossesse dos seus méritos, celebre as suas conquistas e aprenda que repetir o que você nem sabe que fez é impossível.
Por que a produtividade ensinada pelos gurus de sapatênis nunca foi feita para o seu corpo — e como o ciclo menstrual muda tudo na forma como você planeja, foca e entrega resultado no seu negócio.
Sobre pegar dengue e perceber que pela primeira vez em anos ela pôde simplesmente ficar doente — e o lembrete urgente de cuidar da sua saúde antes de cuidar do seu CNPJ.
Por que deixar dinheiro na mesa de propósito é, na verdade, a decisão mais inteligente que você pode tomar para o seu negócio — e o conceito de trade-off que vai liberar a sua mente da ansiedade de querer pegar tudo ao mesmo tempo.
A história da mentorada que achava que o negócio estava de mal a pior — e descobriu uma margem de 40% em uma planilhazinha de nada, porque o nosso cérebro ansioso mente mais do que a gente imagina.
Sobre aquela decisão que você tomou e que ficou ruminando por semanas — e como aprender a separar o que é humildade saudável do que é ignorar o seu próprio instinto.
Uma carta de orgulho e reconhecimento para quem bancou a decisão de ser empresária — porque construir um negócio ético no Brasil, sendo mulher, exige muito ovário mesmo.