Carta 166
Minha nova prole
A Fluida pariu a Ariel — uma plataforma de gestão com IA que nasce de 10 anos de conhecimento documentado — e o que isso revela sobre por que, no mundo da automação, quem vence é quem tem gestão.
Buenas tardes maravilhosas, como as senhoritas chegam nessa sexta?
Eu chego ttaaaaaão orgulhosa.
Essa semana fizemos a revisão de janeiro e o planejamento de fevereiro e tivemos TANTAS coisas lindesuas acontecendo em Dona Fluida que eu tô puro orgulho.
EU não sei se vocês viram, mas em janeiro tivemos a nossa imersão de planejamento, já fazemos essa imersão há uns 5 anos (ou seriam 4, não lembro mais) e a cada ano a gente refina o método e traz novidadinhas.
Mas esse ano, não teve novidadinhas, teve uma novidade imensa, absurda, incrível.
Nós parimos a Ariel, se você não tá sabendo dela precisa saber.
Basicamente a Ariel é uma plataforma que criamos que une nossos 10 anos de gestão com uma carinha foférrima e boas doses de IA num canto só.
Imagina pegar todas as planilhas que você tem que usar para gerenciar sua empresa e colocar num canto só, tudo junto, mostrando todos os indicadores e dados sem você precisar preencher uma célula?
Ou quando, por exemplo, você quer decidir o que vai fazer no mês na empresa e precisa de insights baseados em dados para saber se você tá tomando uma boa decisão ou não. Imagina que tu aperta um botão, a danada da Ariel te diz se você tomou uma decisão boa, uma decisão bosta e te fala: “querida, ao invés dessa bobeira aí, faz esse caminho aqui, e se você não souber muito como fazer isso já toma aqui os links das aulas da Fluida que ensinam a fazer esse trem”.
Consegue imaginar?
Eu consigo. Não só consigo, mas como eu sonho com isso há sei lá quantos anos.
Não exatamente com a Ariel.
Mas com ser possível escalar a mim mesma.
Tipo um clone.
Melhor que um clone.
E tá virando realidade, me sinto o Albieri.
Vendo minha Dolly saltitando pelo mundo.
Uma coisa que tem me preocupado nos últimos anos é a danada da escala.
Explico: acumulamos MUITO conhecimento sobre gestão de negócios femininos em 10 anos atendendo empresárias líderes por mulheres.
Mas é muito mesmo.
A ponto de a gente brincar com as mentoradas que já sabemos exatamente o que elas vão fazer daqui a 6 meses, 1 ano, 2 anos. Tipo mãe Dinah.
O trem é tão engraçado que várias vezes eu tenho que falar: “você não vai acreditar em mim agora, mas daqui uns 8 meses tal coisa vai acontecer e aí você vai voltar aqui falando ‘nossa, Mari, você tinha razão’”.
Não é que a gente tenha poderes sobrenaturais, é que a gente tem MUITO, MUITO, MUITO dado de vocês.
Imagina que você tem uma receita de bolo.
Aí você faz essa receita 3, 4, 5, 100 vezes.
Tem uma hora que você já sabe o resultado exato de cada variação que fizer.
Se aquecer o forno mais 5 graus, já sabe quantos segundos antes o bolo vai ficar pronto.
Se o ovo for muito pequeno, já sabe quanto mais de leite tem que colocar para o bolo não ficar parecendo uma sola de sapato.
Não são poderes sobrenaturais.
É experiência acumulada.
E de um tempo pra cá, depois de um mês que eu fiquei sem voz, eu fiquei pensando: “gente, e se eu bater as botas, como é que fica tudo isso que a gente aprendeu?”.
Eu sei que pode parecer mórbido, mas foi uma preocupação real mesmo, fiquei pensando que seria um desperdício enorme se o tanto de trem que eu sei sobre negócios femininos fosse embora com Deus.
Que desperdício.
Aí eu comecei a treinar outras gentes para fazer o que a gente faz.
Ótimo, temos documentação, tem treinamento, mas ainda assim nada se compara a ter toda essa inteligência numa máquina, sabe? Que consegue usar tudo que sabemos, de forma imediata, sem erro, sem curva de aprendizagem.
SEM TREINAMENTO. Meu Deus, eu tô no céu.
É tipo estar vendo o Frankenstein tomar vida após ter passado anos costurando pedacinhos que pra ninguém mais faziam sentido?
E tudo que a Ariel tem hoje não é nem DEZ por cento dos planos que temos pra ela.
Mas é a primeira vez que eu consigo dizer com certeza absoluta que dá pra escalar SERVIÇO sem escalar time.
Isso anos atrás era impossível.
Tão impossível que nem era questionado.
Eu mesma já falei pra vocês milhares de vezes que se você é prestadora de serviço você vai ter que montar um time técnico pra atender por você em algum momento.
Tu já viu dezenas de posts meus falando sobre contratar e treinar pessoinhas.
Mas o que a tecnologia tá permitindo esse ano é simplesmente uma loucura.
Loucura mesmo.
Tanta loucura que eu tenho tido dificuldade de dormir do tanto de ideias que pipocam na minha cabeça a cada avanço da nossa mais recente prole.
Bom, tô te contando tudo isso pra quê?
Pra te trazer esperança.
Se você é prestadora de serviço, eu tenho certeza que em algum momento da sua jornada você já viu alguém dizendo que pra escalar você ia precisar vender infoproduto, mentoria ou qualquer troço educacional.
Se você tem alma (e diploma) de professora como eu, você amou, mas se você não é dessas você pode muito bem ter ficado totalmente brochada de saber que tem um teto de faturamento na sua cabeça muito menor do que o que você gostaria e a ÚNICA saída é vender infoproduto.
Acertei?
Bom, gostaria de te informar que você tá muito, muito perto de poder escalar de outras formas.
Escalar aqui é aumentar seu lucro de forma desproporcional às suas horas de trabalho.
Basicamente ganhar o dobro, sem precisar ganhar o dobro.
E aí você tá pensando: “Mari, meu Deus, mas eu não sei nada desses carai de tecnologia que você tá usando aí, faço nem ideia de como criar uma Ariel pra minha empresa? Não vai ter como eu escalar não”.
É aqui que eu vim te dar uma notícia que vai descaralhar (para o bem) sua cachola.
Não é de tecnologia que você vai precisar pra escalar.
É de gestão.
“Oxi, Mari, aí tu me deixou mais perdida que empatia em macho de sapatênis”.
Explico:
A tecnologia hoje é capaz de ESCALAR troços que JÁ EXISTEM.
Tipo: você tem um jeito particular pra, sei lá, fazer uma petição (digamos que você é advogada). Você tem esse jeitinho de fazer, uma sequência específica, uma sequência lógica de escrever, é o SEU jeito, que gera os SEUS resultados. Se alguém fosse capaz de ler todas as petições que você já fez na vida e identificar todos os padrões que se repetem e aprender isso imediatamente, sem taxa de erro, pra escrever petições, você teria um clone seu, certo?
Mas aqui tem uma pegadinha: você precisa ter a porra das petições num canto pra que uma tecnologia consiga ler elas.
Se todas elas estão soltas em 98 pastas, outras num HD que você nem sabe onde tá, e um terço delas você nem salvou, tu passou anos fazendo petições e não vai poder transferir esse conhecimento pra sua clone, sacou?
Por outro lado, se você organizou os carai das petições numa pasta do Drive que seja, ou numa database do Notion, com nome, data e talvez o “tema” delas, você tem o que é preciso pra ensinar as tecnologias da vida a clonarem você.
EU lembro quando a Hotmart existiu, tipo, quando apareceu a possibilidade de ter uma plataforma onde você, pagando poucos reais, poderia criar tipo uma escola virtual pras pessoas consumirem o seu cérebro.
Isso já era uma loucura sem precedentes.
Eu lembro de criar uma planilha no Google Sheets e falar pro time: “toda aula que a gente subir na Hotmart, vamos colocar aqui o nome dela, o link do vídeo e também uma descrição do que ela ensina”.
Parecia uma burrice sem fim. Pra que a gente vai criar uma planilha com todo esse trabalho manual se a gente pode deixar tudo organizado lá na Hotmart?
Não existia IA e toda essa tecnologia que tem hoje, mas eu SABIA que o valor do que a gente tava construindo estava na organização do nosso conhecimento.
Eu sabia que algum dia a gente ia poder usar essa organização do conhecimento de uma forma que ainda não existia.
Convenci o time e nós temos a porra da planilha com 798 mil e sei lá quantas horas das minhas aulas, hotseats, mentorias, imersões, áudios, vídeos, textos, planilhas.
E É exatamente essa base de 10 anos que hoje pode ser transformada numa plataforma que fala com você como eu falaria.
Porque fomos as chatas da gestão.
Não as chatas de ficar guardando conhecimento inútil só pra ter a sensação de organização (porque convenhamos que ordem dá um quentinho no coração).
Mas sim porque aquilo que é importante pra longevidade do que a gente faz sempre esteve organizado desde o dia zero.
Nossos dados financeiros, nosso conhecimento técnico.
Tudo tá lá documentado.
Num mundo de automação, vence quem tem gestão.
Você não tem como ensinar uma máquina a fazer um troço que você nem sabe o que é.
Não tem como ensinar uma IA a fazer um projeto como você faria se tudo que você tem é o seu cérebro.
Olha que doideira, não é?
Pois então, menina.
A carta de hoje é um apelo, um cutucão, uma sacolejada de esperança pra você, prestadora de serviço, profissionalizar a gestão da sua empresa.
Sério.
Você não tem noção do ALÍVIO IMENSO que eu tenho sentido todo dia sabendo que estamos transferindo tudo que a gente juntou nos últimos 10 anos pra uma inteligência que nunca erra.
Affe, tem noção da quantidade de empresas A MAIS que vamos conseguir orientar? Da velocidade de tomada de decisão que as nossas mentoradas vão ganhar? De quanto menos tempo elas vão gastar preenchendo planilha?
É um impacto IMENSO, imenso.
E tudo isso porque um dia fomos as xaropes da gestão.
Se você é prestadora de serviço, tá muito perto do seu teto de faturamento e não tá vendo saída pra continuar fazendo mais dinheiro sem ir parar dentro de uma camisa de força…
Tem solução.
E ela é ridiculamente menos pirotécnica do que os gurus do mkt te fizeram acreditar.
Dá.
Dá pra fazer.
E dá pra começar amanhã.
Começa logo.
Te garanto várias noites de insônia pensando na maravilhosidade que é saber que tudo que você fez até hoje não depende mais de você.
PS: se você ficou tão maluca quanto eu com Dona Ariel e quer saber como ela pode economizar centenas de horas da sua atribulada vida de empresária, manda uma msg pro meu time pra elas te apresentarem essa belezinha.